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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Cantiga de Amigo, por Diana Pequeno


Rolando Boldrin, em 08/11/2015, recebeu em seu programa, Sr. Brasil (TV Cultura), a cantora baiana, Diana Pequeno (Salvador), que entre outras canções, interpretou "Cantiga de Amigo", composição do também cantor e compositor baiano (Vitória da Conquista), Elomar Figueira Mello.

Diana, que realmente tem como sobrenome Pequeno, radicou-se em São Paulo em 1978, quando lançou-se como cantora, após ser conhecida no meio universitário baiano. Seu primeiro disco, "Diana Pequeno", que contou com direção de criação de Osmar Zan, direção artística e de estúdio de Dércio Marques e com as participações especiais de Oswaldinho do Acordeon, Gereba, José Gomes, Sérgio Sá,Silvano Michelino, Chico Moreira, Grupo Bendegó, tornando-se um grande sucesso, muito bem recebido pela crítica. Entre outras composições, gravou "Cuitelinho", tema folclórico, adaptado por Paulo Vanzolini, "Acalanto" de Elomar, com arranjo de José Gomes , "Los Caminos" de Pablo Milanés, "Assim Preto e Brasa Branca", de Jorge Alfredo e Antônio Risério, "Mestre Marajó" folclore do norte do Brasil, "Disfarce" de Sérgio Sá, "Cancão de Fogo" de Candido de Jesus Silva, e uma versão de sua autoria da clássica balada "Blowin'in the Wind", do cantor e compositor norte-americano Bob Dylan.

Discografia:

Diana Pequeno (1978) RCA Victor LP
Eterno como areia (1979) RCA Victor LP
Sinal de amor (1981) RCA Victor LP
Sentimento meu (1982) RCA Victor LP
O mistério das estrelas (1985) RCA Victor LP
Mistérios (1989) Aquarius/Diana Pequeno LP
Cantigas (2002) Selo Rádio MEC CD
Alma Gêmea (2016) Aquarius/Diana Pequeno CD
Alma Calma (2016) Aquarius/Diana Pequeno CD
Alma Moura (2016) Aquarius/Diana Pequeno CD
Signo (2017) Aquarius/Diana Pequeno CD
Xamã (2017) Aquarius/Diana Pequeno CD
JARDIM SECRETO (2018) Aquarius/Diana Pequeno CD

A poesia quando boa, tem música nas palavras, e ai, é só dançar, com métrica ou não!
Abraços, sempre!!!...
Mu®illo diM@tto♪

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Doroty Marques - Erva Cidreira (Álbum completo, FULL)



Desde os anos 80 eu acompanho, como posso, Doroty Marques... cantadora de raiz das boas e irmã do também cantador, Dércio Marques... infelizmente já falecido. E o quê é também muito infeliz, e isso eu digo sempre, é saber que a nossa mídia não divulga artistas desse naipe... porém, como bem exemplifica um amigo, Antônio Coelho, violonista dos bons: 
"Se você espalhar ouro pelo mundo inteiro...  ele perderá o valor, com certeza". 
E é isso, conforme a sabedoria desse amigo, também poeta, artistas do naipe de Doroty, é ouro puro. 

Doroty além de ser uma musicista de mão cheia, também é uma educadora artística e ativista ambiental, participou da ECO-92, como convidada especial e até foi premiada pela ONU por seu trabalho junto as crianças, seu público alvo como educadora. 

Para conhecer melhor essa artista de nossa terra, acesse os seguintes sites:



E nessa pesquisa do Google confira as participações dela no programa Sr. Brasil, de Rolando Boldrin: 

https://www.google.com.br/search?q=Doroty+Marques+no+Sr.+Brasil&ie=utf-8&oe=utf-8&gws_rd=cr&ei=Gis3WIWnEsiXwgTPy4yICA  

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A música quando boa, instrumental ou não, tem poesia.
E ai, só ai, que é cultura!
Abraços, sempre!!!...
Mu®illo diM@tto♪

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Cláudio Lacerda, mais um dos bons.


Cláudio Lacerda, é um cantor dos bons e de repertório brejeiro, de valorizada cultura regional... isso faz com que ele, e muitos outros que mantém o estilo maravilhoso de cantar a terra, o amor poético na forma simples, de divulgar a música caipira... a tal e sempre bem-vinda música de raiz, fique a margem dessa mídia que não gosta muito de divulgar o quê a nossa arte tem de excelência. 

As vezes fico pensando se isso é "uma pena", ou um "ainda bem"... pois como já disse uma vez um amigo, talvez isso deixe essa música simples, mas de refino apurado, muito mais interessante... já que o sucesso fácil desgasta a arte, pois que há o compromisso contratual, ou não, de se manter esse "sucesso fácil", e assim se criar coisas que realmente não venham da alma... e a arte separada da alma é um corpo inerte. 

Então, partindo dessa linha de pensamento e do seguinte principio, que todo artista tem de estar aonde o povo está, acredito que Cláudio Lacerda esteja sempre aonde seu público necessita, como em programas como o do Sr. Brasil (apresentado por Rolando Boldrin), e Viola, Minha Viola (da saudosa Inezita Barroso)... e é certo para que algum dia se apresente no Arrumação (apresentado por Saulo Laranjeira)... pelo menos a torcida para isso é grande... pois que quem curte essa musicalidade genuinamente nossa, é mesmo um público fiel. 

E o quê acho incrível, é que coisas assim, como essa maravilhosidade sonora desse músico, e de outros tantos que permeam todo esse bloqueio cultural, não ter muitas curtidas nas redes sociais... enquanto que outras coisas, que simplesmente são a idiotice representada naquilo que é tosco, incultural, demasiadamente alienante, batem recordes, a ponto até de se apresentarem em programas de TV por isso... 

Algumas pessoas hoje em dia, até se acham meio que alienígenas, por pensarem assim, que todo esse sucesso midiático está largamente ligado aos extremos do que é de fato ruim.... bom que ainda tenham muitos artistas que nos salvam os tímpanos. 

E como bem conta o histórico em sua página no Facebook:

"Descendente de mineiros, Cláudio sempre esteve ligado à música regional, elo reforçado no período que realizou sua graduação em zootecnia em Botucatu (SP), região conhecida como um dos berços da música caipira paulista.

O CD de estréia, "Alma Lavada" (2003), contou com a participação de Renato Teixeira e abriu portas para o início de sua carreira. Em 2004, venceu o I Prêmio Nacional de Excelência da Viola Caipira, na categoria de melhor intérprete – iniciativa do Instituto Brasileiro da Viola Caipira –, feito repetido na segunda edição do Prêmio, em 2010 e também na terceira, em 2013.

Seu segundo CD “Alma Caipira” (2007) ganhou elogios dos críticos musicais nos jornais O Estado de S. Paulo (São Paulo), Diário de São Paulo (São Paulo), Estado de Minas (Belo Horizonte), Correio Braziliense (Brasília) e da revista Rolling Stones, entre outros. Em 2010, Lacerda gravou seu terceiro CD, o autoral "Cantador", com participação de Dominguinhos.

Dividiu palco ou faixas de seus três discos com Dominguinhos, Renato Teixeira, Miriam Mirah, Pena Branca, Tinoco, Paulo Simões, Alzira Espíndola, Tetê Espíndola, Lula Barbosa e Paulo Freire. Na TV, participou, entre outros, dos programas de Hebe Camargo (Programa Hebe, SBT), Inezita Barroso (Viola minha viola, TV Cultura/SP), Rolando Boldrin (Sr. Brasil, TV Cultura/SP) e Ana Maria Braga (Programa Mais Você,TV Globo)."

Acessem o seu Facebook e acompanhem esse cantador dos bons.

Links de sustentação: 

Página do Facebook de Cláudio Lacerda:

Cláudio Lacerda no Programa Sr. Brasil:

Cláudio Lacerda no Programa Viola, Minha Viola:

Cláudio Lacerda no Programa da Hebe Camargo:

Cláudio Lacerda no Programa Mosaicos:

Página do Facebook do Programa Arrumação, de Saulo Laranjeira:


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A música quando boa, instrumental ou não, tem poesia.
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Abraços, sempre!!!...
Mu®illo diM@tto♪

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Passoca... mais um violeiro dos bons.



Passoca... esse é um dos violeiros em que mais admiro. Um instrumentista genuinamente caipira, como bem assume... canta melodias clássicas do nosso regionalismo e também compõe maravilhosamente. Passoca possui uma voz anasalada e isso o diferencia de outros cantadores... não há como ouvir sua voz,  e não dizer que é ele que está cantando, é uma marca registrada. Seu humor irreverente o torna também um dos cantadores caipiras mais divertidos que há.

Marco Antônio Vilalba, nascido em Santos - SP, em 21 de novembro de 1949, arquiteto por formação, tem como influências musicais o "bossa novista", João Gilberto, e o musicalmente eclético, Chico Buarque. Inicialmente Passoca começou tocando bateria e depois violão... mas só quando se redescobriu na viola caipira é que alcançou a sua plenitude sonora. Em muitas entrevistas diz que Renato Andrade, e posteriormente, Renato Teixeira e Almir Sater foram os responsáveis por essa mudança musical. Que bom, afinal a pureza de Passoca trouxe para a musica caipira um reforço e tanto. 

Passoca é mais uma preciosidade da nossa música, que a grande mídia ignora... mas que comumente é visto no Programa Sr. Brasil, de Rolando Boldrin, e no Programa Arrumação, que recentemente voltou a ativa, e é conduzido novamente pelo talentoso Saulo Laranjeira, pela Rede Minas, todos domingos as 11 horas da manhã. Que bom que existam bons programas de entretenimento, além desses que propagam a mesmice nas TV's brasileiras...  

Entrevista com Passoca...

Passoca se apresenta no programa Sr. Brasil...

Página no Facebook sobre Passoca...

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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Sr. Brasil | 15/03/2015




Sr. Brasil... esse programa, sob a ótica de muitos, é o único em que retrata, na TV, a nossa genuína brasilidade musical. Apresentando o quê há de melhor em nossa MPB e música regional. Trazendo cantores e grupos que ainda mantém o quê podemos chamar de música raiz e aqueles, que mesmo sendo influenciados por outras culturas, produzem um som que é caracterizado como nacional e de qualidade. 

Rolando Boldrin é além de um exímio contador de causos, um cantador, ator, compositor e pesquisador de nossas cultura, que criou esse projeto lá nos anos de 1980, com o programa chamado Som Brasil, que era transmitido também nas manhãs de domingo pela Rede Globo.

Todos os domingos as 10 da manhã esse programa é transmitido pela TV Cultura, e encanta os televisores de muitas gente. É nele que muitos conhecem, lembram, resgatam, artistas que a mídia do entretenimento parece ignorar. Muitos desses artistas quando se apresentam no programa Sr. Brasil declaram que o seu palco é uma espécie de altar para a autentica musica nacional.  O programa é reprisado na madrugada de terça para quarta as 3 da manhã. 

E esse programa no dia 15 de abril de 2015, nos presenteou com um poeta e compositor de extrema sensibilidade: Vander Lee, que infelizmente veio a falecer esse ano, no dia 05 de agosto. Partiu fora do combinado, como bem diz Boldrin. O Sr. Brasil, cujo tema é "vamos tirar o Brasil da gaveta", é assim...

O palco desse programa tem uma outra curiosidade (conforme citado aqui em uma outra postagem)... ele é o único no mundo inteiro que tem a Certificação FSC, dando ao programa a ideia de onde de fato a madeira usada no programa vem... uma forma de combater a madeira ilegal, largamente tão comercializa em nosso país, e mostrando assim que a cultura vai além do ver e ouvir. 

Muito bom, por tudo.   

Links de Sustentação:


http://www.culturaambientalnasescolas.com.br/noticia/meio-ambiente/o-que-e-certificacao-fsc-

http://tvcultura.com.br/programas/srbrasil/

https://www.google.com.br/search?q=fazer+parte+da+plateia+do+Sr.+Brasil&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:pt-BR:official&client=firefox-a&gfe_rd=cr&ei=QMQhWP3UPMvM8AeA7ZPIDA



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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Dércio Marques, um dos bons!


Era um domingo desses, por volta de 1981 a 1984, em que eu aguardava ansioso o programa Som Brasil, transmitido pela Rede Globo e conduzido pelo cantador, compositor, ator, pesquisador cultural e diretor Rolando Boldrin, esse mesmo que hoje apresenta o programa de igual estilo na TV Cultura, o programa chamado Sr. Brasil, já citado algumas vezes nesse blog e também no meu outro blog Masmorra dos Dragões. 


Nesse domingo em questão, conheci um cantador que iria marcar de vez o meu gosto musical, seu nome? Dércio Marques, com sua voz única e seu dedilhado assombroso de bom ao violão, Dércio cantava as coisas de Minas Gerais, por isso era de fato um cantador. Através de sua obra vim a conhecer um grupo de músicos regionalistas, donos de uma musicalidade autentica e ímpar, como Doroty Marques (sua irmã), Diana Pequeno (sua esposa), Paulinho da Pedra Azul, Chico Maranhão, Elomar Figueira de Mello, Saulo Laranjeira, Xangai e Vital Farias, entre outros tantos.. uma turminha que preservava (e que graças a Deus, ainda preserva) a sua terra, a sua cultura e não caia (e não cai) nesses modismos impostos por essa tal baixa cultura midiática dos programas de rádios e TVs maçantes que nos ferem os tímpanos e a visão (pelo menos os meus!). 

Essa mesma mídia que com o passar dos anos anunciou esporadicamente a obra de Dércio e dos outros aqui citados, e que não fez (e não faz) o seu papel de divulgar a cultura em sua raiz, pelo simples fato de que ignora que esse também é o seu papel, não anunciou com o respeito merecido que Infelizmente Dércio Marques, esse músico com maneirismos calmos de quem caminha sobre nuvens, veio a falecer em 27 de julho último. Então Dércio entra para a lista daqueles que eu, em minha criminosa falta de tempo, venho a falar só depois de falecido, o quê me dói em toda a alma. 

Para quem não o conheceu, ainda há tempo (sempre há), só é preciso ter a boa vontade de fazê-lo e ter um gosto aguçado para as coisas simples da vida... mesclado ao prazer da boa pesquisa, para poder perceber a musicalidade desse grande artista, que como a maioria dos cantadores plenos, não tem aquela voz que se diga: “nossa que voz!”, já que o quê vale mesmo para os cantadores são suas melodias verdadeiras, que lembram a brisa do final de tarde e que veem acompanhada com aquele bom cheirinho de terra, com poesia de gosto puro de interior, e que nem por isso deixam (ou deixarão) de revelar as derrapadas de um país que não valoriza os seus artistas nativos de coração, alma e opção... 
 Resultado de imagem para Dércio Marques
Ainda bem que existem pessoas que se importam com o que a nossa terra produz. 

Viva Rolando Boldrim!!!...
Viva Enezita Barroso (Programa Viola, Minha Viola)!!!... 
Viva Lydio Roberto (Programa Terra Canção)!!!... 

E nos desculpe Dércio, pela indiferença que nossos meios de comunicação também tiveram em relação a sua morte. Que a sua obra sobreviva a essa indiferença e a "incultura" que muitos fazem questão de nos impor.

Links de sustentação:

Entrevista com Dércio Marques, no canal Youtube: Encontro de Culturas Tradicionais:
https://www.youtube.com/watch?v=ctnFkvau0Bc



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domingo, 8 de abril de 2012

Sr. Brasil, Cultura de Raiz e Palco Sustentável


O programa Sr. Brasil transmitido pela TV Cultura,  domingo as 10h00min e retransmitido nas madragudas de terça para quarta as 03h00min, apresentado pelo ator, poeta, compositor, músico, pesquisador cultural, e claro, também apresentador, Rolando Boldrin, algumas vezes já citado aqui e também em outro blog meu (Ecos Cáusticos), é o primeiro programa do planeta inteiro a receber a Certificação FSC, pois todo o seu cenário é composto de madeira de onde  realmente se sabe a origem. Na realidade essa coisa de saber a origem da madeira já é um procedimento exigido, que já faz um tempinho, pelo Ministério do Meio Ambiente e os muitos outros órgãos ambientais, o que muitos não sabem é que quando se compra algum tipo é preciso se saber onde foi feito o seu extravio e de qual maneira ele foi feito, mas o agravante é: muitas madeireiras não comprovam a legitimidade desse extravio, o que torna todo o processo de extração do madeireiro em seu poder um tanto quanto duvidoso, portanto, altamente questionável e passível de multa. E para dar uma resumida do que é o FSC: é uma sigla em inglês de Certificado de Manejo Florestal, que é um atestado na qual se sabe da origem responsável, onde se considera os vários aspectos sociais e ambientais, daí se sabe que a madeira certificada não é um produto de desmatamento. 
 
O FSC é responsável pelo acompanhamento de alguma certificadora contratada, que no caso do programa de Boldrin, foi emitido pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (IMAFLORA), mas, no entanto o FSC não é uma entidade nacional, e sim uma organização internacional sem fins lucrativos que visa promover o manejo responsável das florestas do mundo. Já a IMAFLORA é uma ONG brasileira cuja missão é incentivar e promover mudanças nos setores florestais e agrícolas e assim incentivar que os recursos naturais não se tornem escassos e ao mesmo tempo incrementar os benefícios sociais de respectivas regiões, onde o homem viva do extrativismo, para que ele se torne sustentável e não predatório.  
 
A meu ver são organizações não governamentais fazendo o quê o governo deveria, mas que bom que elas existam e façam... o ruim é que existam governos que não saibam governar com o empenho necessário que um país continental como o Brasil mereça. 
 
Rolando Boldrin em seu programa, tem a preocupação de trazer sempre artistas que além de uma qualidade musical especifica (MPB, Regional), também tenham essa visão ambiental.    

Links de Sustentação:

O que é realmente o FSC:

Matéria da Revista Meio Ambiente Industrial:
http://rmai.com.br/v4/Read/1209/sr-brasil-o-primeiro-cenario-certificado-fsc-da-televisao-brasileira-.aspx