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sábado, 29 de setembro de 2018

O bom rap na Bahia...

Diogo Álvaro Ferreira Moncorvo (Salvador, 11 de janeiro de 1996), mais conhecido como Baco Exu do Blues, é um cantor e compositor, que foge do eixo Rio/São Paulo, e é, conhecido por ser um dos maiores rappers da música contemporânea brasileira. 

Baco começou a ganhar popularidade após o lançamento da faixa "Sulicídio", composta em 2016 com o rapper Diomedes Chinaski, em que ambos fazem críticas aos cenário nacional do rap, concentrado nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, reivindicando mais visibilidade para a produção musical de outros estados brasileiros. 

Em setembro de 2017, Baco lançou o seu primeiro disco solo, "Esú", aclamado pela mídia e pela crítica. O álbum constrói uma ponte entre fé, morte, amor, literatura, como nas citações aos escritores Jorge Amado, Machado de Assis e Mário de Andrade, fotografia, com inspirações no artista baiano Mario Cravo Jr. e cinema, como em canção homônima a ficção científica do cineasta Pedro Almódovar, "A Pele que Habito".

Com o álbum, Baco foi indicado ao Troféu APCA 2017 nas categorias Artista Revelação, Música do Ano e Disco do Ano. "Te Amo Disgraça", uma das canções do álbum, foi laureada como a Melhor Música de Rap pelo site Genius, através do Prêmio Genius Brasil de Música 2017.

Ainda em 2017, Baco Exu do Blues foi laureado como Artista Revelação pelo Prêmio Multishow de Música Brasileira. Na ocasião, o artista também teve a sua canção "Te Amo Disgraça" eleita a Canção do Ano pelos júris.

Foi eleito o 5º melhor disco brasileiro de 2017 pela revista Rolling Stone Brasil. Dentre as principais características de Baco, estão suas fortes metáforas com letras cruas e poéticas, que falam sobre amor, sexo, poder, religião e sociedade.

Discografia:

Esú (2017).





Bluesman (2018)








Parte do texto extraido do Wikipedia.

A poesia quando boa, tem música nas palavras, e ai, é só dançar, com métrica ou não!
Abraços, sempre!!!...

Mu®illo diM@tto♪

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

02 de dezembro - Dia Nacional do Samba


Ai quem me dera eu pudesse saber fazer samba! Não que com isso eu esteja dizendo que fazer samba seja difícil, pois não é, mas sei, e é bom que muitos pensem assim, que samba tem que ser feito por quem viva a sua realidade, pois se não, será apenas mais uma música sem alma, como tantas que se ouvem por ai. E como hoje é o Dia Nacional do Samba, eu estou aqui me lamentando por não ter essa ginga nos pés, na voz e nos dedos para dar uma batida de raiz a esse ritmo que canta e encanta tantos pelo mundo afora.  O engraçado, e não poderia ser de outra maneira, é que o samba é comemorado neste dia devido a uma história bem curiosa, que começa quando Ary Barroso compõe “Na Baixa do Sapateiro”, sem nunca ter ido a Bahia. Até que no dia 02 de dezembro (não encontrei referências sobre o ano), Ary Barroso aporta em Salvador, e um vereador da cidade, como todo bom baiano, o recebe em clima de festa e declara que aquele dia deveria ser considerado o Dia Nacional do Samba, e mesmo não tendo força para decretar que esse dia fosse festejado a nível nacional, o dia ganha projeção e assim é comemorado até os dias de hoje. No município do Rio de Janeiro há uma comemoração com a cara e o jeito do samba, O Pagode do Trem, lá se pega um trem inteiro, na Central do Brasil, com seus tantos vagões e este ruma até o bairro de Oswaldo Cruz, bairro adjacente a Madureira, zona norte da cidade, com todos os vagões lotados de músicos e simpatizantes do gênero numa festa sobre trilhos. Fica difícil dizer onde foi, ou é, o berço do samba já que o samba como gênero musical foi criado pelos escravos e estes se espalharam pelo Brasil colônia, mas o que se conta é que foi no Recôncavo Baiano, que se deram as primeiras batidas para a origem desde ritmo tão magnífico e empolgante, e que ficou conhecido como samba do recôncavo, e assim com a vinda dos escravos libertos para o Rio de Janeiro é que se foi lapidando esse gênero para o samba que conhecemos hoje. Por isso há todas essas vertentes desse ritmo como partido-alto, samba-maxixe, samba-canção, samba de roda, samba de crioula, samba de breque e recentemente apesar de não serem considerados sambas propriamente ditos: samba-rock e samba-rap. Então, por isso, por toda essa riqueza cultura, eu choramingo: quem me dera ter na veia essa coisa de bamba, e como não tenho, me contento (ou tento me contentar) com textos escritos por mim e que porventura possam vir a serem musicados por parceiros como Marcus Serrão e Sergio Moreno, ambos responsáveis pelo evento que ocorre todo terceiro domingo do mês, a partir das 17:00h no bairro de Vista Alegre-RJ, próximo ao Cimento Branco, o já aclamado Projeto Samba da Feira. Caso alguém queira conferir é só acessar a comunidade no Orkut de mesmo nome, lá se tem fotos, nome de participantes e tudo o mais sobre o projeto em questão. E eu quando estreei este blog foi justamente postando a inauguração deste espaço. Parabéns ao samba e a todos aqueles que cultivam, lutam e preservam essa forma de arte tão genuinamente brasileira.

Links de sustentação:

A origem do Dia Nacional do Samba:

A história do Samba:

A história do Samba:

Dia Nacional do Samba é comemorado com eventos em todo o Brasil:

02 de dezembro, o Dia Nacional do Samba