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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

20 anos sem Freddie Mercury - Ausência nunca substituída

Simbolo do Queen criado por Freddie Mercury
No ano de morte de Freddie Mercury eu andava meio avoado para as coisas do mundo, como já disse na postagem em que falo a respeito dos discos lançados nesse mesmo ano tão rico, musicalmente falando. 1991 foi um ano que para mim foi um divisor de águas, mas não estou aqui para falar de mim, é claro, e sim desse grande cantor que tanto marcou e digo mais, mudou o modo como as pessoas encaravam o rock’n roll. Bissexual assumido, Freddie fazia questão de dar as suas “afetadas” quando se apresentava junto com Brian May (guitarra e voz), Roger Taylor (bateria e voz) e John Deacon (bass guitar), todos integrantes da imensa banda Queen. Difícil não saber de alguém que já não tenha escutado pelo menos uma das músicas do grupo. O Queen veio com uma proposta até então não tão inovadora, que era de juntar ópera com rock, já que outras bandas tentaram..., só que nenhuma, e aí está a diferença, possuía um vocalista com um carisma e um timbre forte e melódico quanto a do bigodudo Freddie. Na realidade o nome de Freddie Mercury é Farrokh Bulsara, nome estranho para um inglês genuíno, não é? A resposta seria sim, se Freddie realmente fosse um inglês genuíno como muitos pensam, mas na realidade ele nasceu em Zanzibar, na época que esta era uma colônia inglesa – atualmente Zanzibar pertence à Tanzânia, África Oriental. Filho de Bomi e Jer Bulsara, indianos de Guzerate, bem cedo Freddie despertou interesse pela música, tanto que aprendeu a tocar piano ainda bem novo, época em que ganhou o apelido de Freddie. A família Bulsara se mudou para Londres, Inglaterra, em 1964, quando ele tinha 18 anos. Freddie se formou em designer gráfico e artístico na Ealing Art College, o mesmo colégio onde estudara PeteTownshend, guitarrista do The Woo. O famoso símbolo do Queen foi criado pelo próprio Mercury. Existem espalhadas pela internet várias obras de arte visual suas. Na faculdade onde se bacharelou conheceu o contra-baixista Tim Staffell, que era integrante de uma banda cujo nome era Smile, junto com BrianMay e Roger Taylor. Tim quando escutou Freddie cantar não pensou duas vezes, o convidou para ser o vocalista do grupo. Em 1970 no mês de abril, por motivos que desconheço, Tim abandona a banda, e é substituído por John Deacon, e assim nasce a banda Queen, que já vendeu mais de 300 milhões de discos no mundo inteiro. Ainda essa época Freddie conhece MaryAustin, que vem a se tornar a sua namorada e esposa por cinco bons anos. Ao se assumir como bissexual, os dois se separam, mas mantem uma amizade que perdura até os últimos dias de Freddie. A música “Love of My Life", teve como musa, justamente Mary Austin. Em 1991 após vários buchichos por parte da empresa de que ele estaria com AIDS, Fred resolve assumir a doença, e assim o faz no dia 23 de novembro.  Na noite de 24 de novembro, em sua casa, ou seja, no dia seguinte, Mercury vem a falecer. Suas cinzas são jogadas no Lago Genebra, na Suíça. Precisamente um ano e um dia após a sua morte, em 25 de novembro de 1992, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer, Bomi Bulsara e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie) é inaugurada em Montreux, Suíça, uma estatua em homenagem a Freddie, pelo simples fato dele ter adotado a cidade como lar. Brian, Roger e John fundam a The Mercury Phoenix, uma associação de caridade, e organizam em 20 de abril de 1992, no estádio de Wembley, o concerto beneficente The Freddie Mercury Tribute Concert, para homenagear o trabalho e a vida de Freddie.

Curiosidades:

Freddie Mercury não sabia guiar automóveis.
Freddie tinha uma paixão peculiar por gatos. Essa paixão era tão exagerada que, durante o intervalo de gravações do álbum Innuendo, ele apresentou uma música em homenagem a sua gata, Delilah. O problema é que o baterista, Roger Taylor, não gostou da música e saiu do estúdio, só voltando no dia seguinte. Mesmo assim, a música homônima ao felino foi gravada.
Seu maior sonho, musicalmente falando, era cantar ao lado de Montserrat Caballé, realizando-o em 1988, com o álbum Barcelona.
No anime chamado Cromartie High School, há um personagem chamado Freddie, uma paródia do vocalista da banda Queen.
Freddie também aparece no anime e no mangá Beck - Mongolian Chop Squad, em sonhos tidos pelos protagonistas dos mesmos.
Freddie nunca se casou com Mary Austin, foram apenas namorados. Mesmo depois de terminarem, continuaram grandes amigos. Grande parte de sua herança foi destinada a ela.
Morreu no mesmo dia que o baterista da banda Kiss, Eric Carr.
Diz uma "lenda" que o Queen jamais viajava junto, de avião. Os quatro integrantes viajavam de dois em dois em aviões separados, pois, se o avião caísse, a banda poderia continuar com os outros dois integrantes.
John Deacon, baixista da banda, era muito próximo a Freddie, tendo dividido várias composições de sucesso com o cantor. Em homenagem ao amigo decidiu se retirar do mundo da música após o final do Queen.
Sua bebida preferida era champagne.
Era grande admirador de John Lennon.
Fã declarado de Freddie, Akira Toriyama, o criador do anime Dragon Ball, fez o professor de baseball de Gohan em homenagem a Freddie.
Em 05 de Setembro de 2011, o website de busca, Google, homenageou o cantor. Na página, existe um doodle musical, que executa a "Don't Stop Me Now", grande sucesso da sua carreira
O nome da banda não tem nenhuma relação com homossexualidade. Fato que muitos confundem o nome da banda com origem da palavra "queer" que é uma gíria difamatória usada para homossexuais. O nome Queen quer dizer rainha em inglês. E, segundo os membros, Queen é uma palavra simples e fácil de ser pronunciada por qualquer pessoa do mundo. Queen tem a ver também com algo grande, luxuoso e respeitado, como uma rainha.

Discografia-solo:

Mr. Bad Guy (1984)
Barcelona (álbum) (1988 - com Montserrat Caballé)
The Freddie Mercury Album (versão estadunidense - 1992) – Póstumo.
The Great Pretender (1992) – Também póstumo.

 

Discografia do Queen:

 

1973 - Queen

1974 - Queen II

1974 - Sheer Heart Attack
1975 - A Night at the Opera
1976 - A Day at the Races
1977 - News of the World
1978 - Jazz
1979 - Live Killers
1980 - The Game
1980 - Flash Gordon
1982 - Hot Space
1984 - The Works
1986 - A Kind of Magic
1986 - Live Magic
1989 - The Miracle
1991 - Innuendo
1992 - Live At Wembley '86
1995 - Made In Heaven
2004 - Queen on Fire - Live at the Bowl
2005 - A Night at the Opera 30th Anniversary
2005 – Return of the Champions
2008 - The Cosmos Rocks
2009 - Live in Ukraine  

Albuns não-oficiais:

Live In Morumbi
Final Live In Japan
Live in Rock In Rio
Tribute 

Compilações:
 
Greatest Hits (Queen) (1981)
The Complete Works (1985): todos os álbuns de 1973 a 1985, (com material bônus).
Queen at the Beeb (1989)
Greatest Hits II (Queen) (1991)
Classic Queen (1992)
Greatest Hits Hollywood (1992)
Greatest Hits Parlophone (1994)
At the Beeb (1995)
Greatest Hits, Vols. 1-2 (1995)
Queen Rocks (1997)
The Crown Jewels (1998)
Greatest Hits III (Queen) (1999)
Platinum Collection, Vols. 1-3 (2001)
Greatest Hits: We Will Rock You Edition (2004)
Return Of The Champions (2005)
Queen Collection (2007)
Queen Collection 2 (2008)
Queen Absolute Greatest (2009)

 

Turnês:


Sheer Heart Attack Tour 1974-1975
A Night At The Opera Tour 1975-1976
Summer Gigs 1976 1976
A Day At The Races Tour 1977
News of the World Tour 1977-1978
Jazz Tour 1978-1979
Crazy Tour 1979
The Game Tour 1980-1981
Hot Space Tour 1982
The Works Tour 1984-1985
Magic Tour 1986
Queen + Paul Rodgers Tour 2005-2006
Rock the Cosmos Tour 2008         

E como hoje faz exatos 20 anos de sua partida fora do combinado, eu homenageio, mesmo que modestamente, esse cantor dos bons, assim como a grande banda original na qual participou e que será sempre um dos grandes ícones de minha preferência. 

Abraços, sempre!...
 
Mu®illo diM@tto♪

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Biografia e discografia de Castanha e Caju

A frente, o Caju falecido e seu irmão Castanha
Por esses dias ao chegar na entrada do condomínio onde moro, passou por mim um carro em alta velocidade e com a música em um volume mais alto ainda, mas ao contrário do que comumente acontece, esse até que possuía um bom gosto musical, pois o que ele estava ouvindo era uma dupla na qual gosto muito, a dupla era nada mais nada menos do que Castanha e Caju. Os irmãos negros pernambucanos, José Albertino da Silva (Caju) e José Roberto da Silva (Castanha), de origem pobre da histórica cidade de Jaboatão dos Guararapes, cujo estilo passeia por diversos campos da música nordestina, mas que se firmaram como cantores de coco de embolada. Eu os vi pela primeira vez, nos anos 80, quando se apresentavam no programa do Rolando Boldrin, Som Brasil. O que me parece que depois disso alavancou a carreira da dupla. Com um estilo bem debochado, tratando sempre de forma criativa diversas situações, suas músicas são crônicas do dia a dia nordestino e da vida urbana do brasileiro no geral. Citando como exemplo: "Ladrão Besta e o Ladrão Sabido", música essa de grande sucesso em 1993.

Infelizmente José Albertino da Silva, o Caju, veio a falecer devido a um câncer no cérebro, e sendo substituído pelo primo, Ricardo Alves da Silva. A dupla que chegou a morar debaixo de um viaduto da grande São Paulo, hoje tem seu lugar de destaque no meio artístico, mesmo que as rádios do país não divulguem merecidamente o seu trabalho, assim como os de outros que se proproem a esse estilo musical. Artistas como Lenine (que com toda a modernidade que implanta em suas composições), sempre procuram beber da fonte desses dois cabras..., cabras bons, é bom frisar, resgatam, volta e meia, alguma composição antiga da dupla original. A dupla em 2002 foi indicada para o Grammy Latino pelo disco "Andando no Coletivo", fato que também ocorreu com o lançamento do disco "Recado a SP". Em 2004, o dois ganharam o Prêmio TIM, e em 2005 o Prêmio Multi Show. Também em 2005 saíram em turnê pela Europa (Inglaterra, França e Alemanha), e assim ganharam uma certa projeção internacional. Participaram da trilha sonora do seriado "Cidade dos Homens", da Rede Globo. Ainda em 2005 participaram, em São Paulo, do mega show de 1º de maio, e foram ovacionados por mais de um milhão de pessoas durante a apresentação. Em abril de 2006 foram convidados a participarem do Festival de Montreux, na Suécia.  Sua discografia de 1978 até os dias de hoje é quase que m ininterrupta. E como bom fã de música regional que sou, Castanha e Caju, é um prato feito (literalmente) para os ouvidos. E pelo que vi, até aqueles que são tidos como “playboys” também curtem, graças a Deus!!! Sinal que ainda há esperança nesse mundo...



O atual Caju e o sorridente Castanha


Discografia:

  • 1978 - Nordeste, Cordel, Repente e canção
  • 1981 - Embolando na Embolada
  • 1983 - Nossa Vida, Nossa História
  • 1984 - Álbum de Família
  • 1985 - Sensação Estranha
  • 1987 - Na Pancada do Ganzá
  • 1990 - No Meio da Multidão
  • 1993 - Solidão de um Caminhoneiro
  • 1995 - Brasil Tributo
  • 1998 - Caju e Castanha Ao Vivo- Gema
  • 1999 - As Melhores de Caju e Castanha - Copacabana
  • 2000 - Vindo Lá da Lagoa - Trama
  • 2001 - Super Duelo - polysom
  • 2002 - Andando de Coletivo - Trama
  • 2003 - Professor de Embolada - Trama
  • 2004 - Recado a São Paulo - Trama
  • 2005 - Embolando no Futebol - Trama
  • 2005 - Caju e Castanha ao vivo - Trama
  • 2006 - Levante a Taça - Trama
  • 2007 - Professor de Embolada II - Trama
  • 2008 - 20 Sucessos - Nany cd's
  • 2009 - Sorria Você Estar Sendo Filmado - Nany cd's
  • 2009 - As 15 Mais - W Disk
  • 2010 - Festival de emboladas - Trama

 Videografia:


Castanha e Caju já participaram de alguns vídeos, que são:
1997 - Som da Rua - Caju e Castanha, uma co-produção da TVE Brasil.
2000 - DVD Programa Ensaio 2000
2002 - A Saga dos Guerreiros Caju e Castanha Contra o Encouraçado Titanic, dirigido por Walter Salles, que integrou o longa-metragem "Chacun son cinéma", no qual 35 diretores comemoram os 60 anos do Festival de Cannes.
2005 - DVD Caju e Castanha Ao Vivo no Centro de Tradições Nordestinas

Links de sustentação:




Abraços, sempre!...
 
Mu®illo diM@tto♪

domingo, 4 de setembro de 2011

Biografia e Discografia do The Corrs


Como nossas rádios não andam muito tocando música de boa qualidade, eu pergunto: quem ainda não ouviu os irmãos Andrea, Caroline, Jim e Sharon Corr, da banda irlandesa de folk rock celta e que leva o sobrenome deles, The Corrs? Acho que uma minoria, pois acredito que muitos já ouviram suas músicas sem saber quem estavam ouvindo, pois que não vejo, não leio e nem ouço muito deles pela mídia (como sempre!). É..., não há uma boa divulgação do trabalho deles, o que é uma pena, pois apesar disso, sei que existem muitos fãs deles por aqui. Pela minha predileção por músicas de raiz e folclóricas, em minhas pesquisas eu dei de cara com essa banda que hoje curto muito pelos seus solos clássicos de violino, sempre evidente em suas músicas, além de um bom recheio de piano, acordeão e flauta. Aliás, The Corrs tem uma formação muito interessante se tratando de instrumentos musicais nada comuns. Conheça seus integrantes e o que tocam:
Andrea Jane Corr – No vocal e flauta irlandesa.
Caroline Helga Corr – Segunda voz, bateria, piano e bodhrán (instrumento de percussão irlandês). Caroline, infelizmente está um pouco afastada, devido sua indisponibilidade de fazer turnês por causa de seus três filhos.
James (Jim) Steven Ignatious Corr – Segunda voz, guitarra, violão folk, piano e acordeão.
Sharon Helga Corr – Segunda voz e violino.
Além dos músicos adicionais e permanentes, integrados a banda em 1995:
Anthony Drennan – Guitarra. Anthony é co-produtor de algumas músicas do grupo.
Keith Duffy – Contrabaixo.
Na ausência de Caroline, entra em cena o irmão de Keith, Jason Duffy na percussão e Kieran Kiely no acordeão e teclado.
Capa do premiadíssimo álbum HOME.

Algumas curiosidades:
É muito estranho, e não sei o porquê disso, é que estes bons músicos adicionais nunca aparecem nas capas dos discos e nem nos clipes da banda. Tanto é que tentei achar alguma foto com todos reunidos e não encontrei nenhuma.
Todos os irmãos Corr tocam piano. Todos aprenderam com a mãe.   

A origem do The Corrs consta das gravações do filme The Commitments de Alan Parker, de 1991, e que no Brasil recebeu o ridículo título (como sempre fazem!) de Loucos Pela Fama. Na audição do filme, Caroline, Jim e Sharon ganham uma participação como músicos, já Andrea atua como atriz, fazendo uma pequena participação. Depois disso eles começam a deslanchar no cenário musical. Já com algum reconhecimento na Irlanda, mas desconhecidos pelo mundo, em 1993 participam do The Late LateShow, com a melódica (e envolvente) canção “Runaway”, posteriormente se apresentam na abertura da Copa do Mundo de 1994, em Boston, no que recebem o convite de Celine Dion para abrirem os shows em sua turnê mundial de 1996. Daí foi só partirem para o abraço.

Discografia

CD’s:

1995 – Forgiven, Not Forgotten.
1996 – Live In Tokyo.
1997 – The Corrs – Live.
1998 - Talk on Conners.
1999 – Unplugged.
2000 – In Blue.
2001 – Best Of The Corrs.
2002 – The Corrs, Live In Dublin.
2004 – Borrowed Heaven.
2005 – Home.
2006 – Dreams: The Ultimate Corrs Collection.
2007 – The Works.

DVD’s:
1998 - Live At The Royal Albert Hal - Primeiro DVD do grupo, gravado em 17 de março, dia do aniversário de Caroline.
1999 - The Corrs Unplugged – Acústico, gravado em 05 de outubro, este considerado um dos melhores acústicos já gravados.
2000 - The Corrs: Live At Lansdowne Road - Um dos maiores concertos da banda, realizado em um estádio de Dublin em 1999, com umas 50 mil pessoas aproximadamente.
2001 - The Corrs: Live In London - Concerto gravado em Londres.
2002 - The Corrs: The Best Of The Corrs – Com os clipes da banda até 2002.
2002 - The Corrs - Live in Dublin VH1 - Concerto realizado em 25 de janeiro de 2002 pelo canal de música VH1, com participações de Ronnie Wood dos Rolling Stones e Bono Vox do U2.
2005 - All The Way Home: A History of The Corrs - DVD Duplo contendo documentário contando toda a história da banda irlandesa e um concerto em Geneva, Suíça.
Os irmãos Corrs, assim como os outros integrantes, já contribuíram de diversos  trabalhos de músicos consagrados como Josh Groban (Canto Alla Vita), Sheryl Crow (C’mon, C’mon), como também Rod Stewart, Alejandro Sanz e de Ron Wood (guitarrista do The Rolling Stones).    
A banda, apesar daqui não se falar muito dela (por que será?), já ultrapassou a marca de sessenta milhões de discos vendidos em todo o mundo.

Aqui segue os links de alguns álbuns da banda. No entanto, uma pequena observação: O intuito desse meu blog é somente a divulgação dos artistas a quem admiro e tenho respeito, portanto meu objetivo não é lesá-los, nunca! Digo não a pirataria da forma que é praticada, portanto façam os downloads apenas para nível de pesquisa, depois, apague-os.

1995 - Forgiven, Not Forgotten.  
www.fileserve.com/file/tsyGVat

1996 - Live in Tokyo [LIVE].  
www.fileserve.com/file/VnwHX9g

1998 - Talk On Corners.  
www.fileserve.com/file/tkUQTYX

1999 - Unplugged [LIVE].  
www.fileserve.com/file/smsGuCZ

1999 - Solidays [LIVE].  
www.fileserve.com/file/J+CTT3S

2000 - In Blue. 
www.fileserve.com/file/jSkWaPg

2001 - Best of The Corrs.
www.fileserve.com/file/b8Du3Jj

2004 - Borrowed Heaven.
www.fileserve.com/file/KPHY9sf

2005 – Home.  
www.fileserve.com/file/KVzASEH

2006 - Dreams: The Ultimate Corrs Collection. 
www.fileserve.com/file/N9FEcTX

Links de sustentação e pesquisa:

Blogs de fãs:

A história mais detalhada do grupo:

Conheça todas as capas dos discos da banda:

Para obter papel de parede da banda:

Abaixo a rainha e vida longa ao The Corrs!

Abraços, sempre!...

Mu®illo diM@ttos

domingo, 17 de abril de 2011

Biografia e Discografia: Pink Floyd

Grande banda essa..., pena que declinou para uma separação que até hoje os motivos só são especulações, pois nada se sabe de fato o que realmente ocorreu, é claro que os pivôs foram  David Gilmour e Roger Waters, e a mais forte evidência é devido a liderança e as composições, pois comentam que Roger já não estava aceitando as composições dos outros membros.  A principio a banda era formada por Syd Barrett (guitarra e vocais),  Nick Mason (Bateria), Roger (contrabaixo e vocais) e Rick Wright (teclado e vocais). Devido a problemas constantes por causa das drogas Syd foi "convidado" a se retirar da banda, entrando em seu lugar o guitarrista e cantor David Gilmour, e automaticamente elevando Roger Waters  para o nível de líder da banda. Waters então mudou todo o quadro de psicodelismo que a banda se propunha, partindo assim para um lance mais conceitual e progressivo. O nome da banda vem dos nomes de dois músicos de blues, na qual Syd era fã: Pink Anderson e Floyd Council.
Ao longo de sua trajetória (1965 à 1995, praticamente), a banda vendeu mais de 200 milhões de cópias de seus discos. Seus shows eram repletos de efeitos especiais e sonoros. Após a separação houve uma verdadeira guerra judicial pelo nome da banda, entre Waters e os demais integrantes, pois Gilmour, Mason e Wright não haviam desistido de continuarem com o sonho conceitual e progressivo. A base do Pink Floyd e o folk e o blues, mesmo que alguns digam que não! Através de suas músicas extensas, com melodias altamente viajantes, o Pink Floyd foi campeão de vendas de discos e de bilheterias pelo mundo todo. Seu espetáculo mais marcante foi sem dúvida Pulse, que desfilou com todas as obras-primas da banda, inclusive a execução de um de seus discos mais importantes, The Dark Side Of  The Moon, disco esse produzido nada  mais nada menos do que por Alan Parsons, o mesmo engenheiro de som que trabalhou no memorável disco Abbey Road dos Beatles. A perfeição do disco foi tão grande que Alan por muito tempo foi considerado o quinto integrante da banda, o que na verdade deveria ser o sexto, já que não se pode esquecer de jeito nenhum de Syd Barret. Depois de 24 anos separados, em 02 de julho de 2005 a banda retorna com sua segunda formação para o show do Live 8, em Londres, criando-se a enorme expectativa de que a banda viesse se concretizar novamente..., o que não ocorreu. Em 15 de setembro falece Rick Wrigth, e aí não se tem mais dúvidas de que a banda jamais se complementaria outra vez. Em 03 de fevereiro de 2006, David formaliza a dissolução da banda, apesar dos rumores que eles ainda se reuniriam para um próximo Live 8.  Já Syd Barret após sair da banda ainda participou de alguma forma de alguns discos, depois passou a viver de forma reclusa (a apesar da família dele renegar essa versão!) até seu falecimento em 07 de julho de 2006. O fato é que o Pink Floyd é uma das bandas que mais fãs tem nesse mundo, inclusive esse que aqui escreve essas mal traçadas linhas. Quantas vezes eu orbitei o planeta ao som de The Gnome, Time, Wish You Were Here, Sheep, Goodbye Cruel World, Goodbye Blue Sky, Shine On You Crazy Diamond, Keep Talking, Paranoid Eyes e por aí vai... Abaixo segue uma sequencia de links de onde se pode baixar  a discografia, creio que completa, dessa grande e eterna banda:

1967 - Piper At Gates of Dawn
www.fileserve.com/file/qugc2yS

1967 - The First Singles
www.fileserve.com/file/CDdUTbG

1968 - A Saurcerful of Secrets
www.fileserve.com/file/tQ6Yewm

1968 - Early Singles
www.fileserve.com/file/q3MDSdE

1969 - More
www.fileserve.com/file/U4yfuUv

1969 - Ummagumma Live
www.fileserve.com/file/dJnxtBh

1969 - Ummagumma
www.fileserve.com/file/xRqvtCe

1970 - Atom Heart Mother
www.fileserve.com/file/f4Vp5f4

1970 - Zabriskie Point
www.fileserve.com/file/3X5KpAn

1970 - Smoking Blues
www.fileserve.com/file/WVzve9w

1971 - Relics
www.fileserve.com/file/mCNqgB6

1971 - Meddle
www.fileserve.com/file/xZeuyP9

1972 - Oscured by Clouds
www.fileserve.com/file/cfyScCA

1972 - The Wall
www.fileserve.com/file/WWwafTS

1973 - The Dark Side of the Moon
www.fileserve.*com/file/79BDfWU
 
1975 - Wish You Were Here
www.fileserve.com/file/BNVx6dN

1977 - Animals
www.fileserve.com/file/7YxRtyW

1983 - The Final Cut
www.fileserve.com/file/Up3Qz9E

1983 - Works
www.fileserve.com/file/n6XPUtP

1987 - A Momentary lapse of Reason
www.fileserve.com/file/reT6QAF

1988 - Delicate Sound
www.fileserve.com/file/aSMG3Yg

1994 - The Division Bell 
www.fileserve.com/file/G3BTMhA

1995 - Pulse
www.fileserve.com/file/k2Crbvk

1996 - The Royal Philarmonic Orchestra Play Floyd
www.fileserve.com/file/45sWEfV

     
Então boas sonoridades, por que a viagem continua...

Um abraço,

Mu®illo diM@ttos